Citado na Lava jato, Geddel diz que delator é mentiroso

11/01/2016 16:29

Depois de ter seu nome envolvido em troca de mensagens entre o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner (PT-BA), interceptadas pela Operação Lava Jato, o presidente do PMDB na Bahia, Geddel Vieira Lima, ironizou a afirmação de Pinheiro de que, "se você chama-lo para um whisky, resolve", ao falar sobre a intenção do peemedebista, à época vice-presidente da Caixa, de apoiar a candidatura de oposição de ACM Neto (DEM) para a prefeitura de Salvador.

"E ai, que nao resolveu Com ameaça dectirar (sic) de Caixa, com wisky, vinho e o cacete, apoiei ACM Neto Esqueceu?", afirmou Geddel pelo Twitter.

De acordo com o ex-deputado federal, o ex-presidente da OAS mentiu ao dizer que conversou com ele sobre qual candidato apoiaria no segundo turno das eleições municipais, Neto ou Nelson Pelegrino. "Gente querendo mostrar informação, prestigio, prestando favor. Falei com ele sobre sucessão em 2014 em 2012 segundo turno, ele mentiu", disse.

Geddel também demonstrou irritação por ter sido chamado de "Gordinho" nas conversas e atacou a forma física de Pinheiro e Wagner. "De toda essa conversa do Leo Pinheiro com o Wagner, sobre wisky e vinho, o que mais me arreta é ver dois balofos me chamando de gordinho", complementou. (BAHIA 247

 


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