CONTAS: Pernambuco foi o que mais elevou gastos e o que mais investiu no País

03/11/2013 23:00

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Gestão de Eduardo, no entanto, mantém nível de endividamento abaixo do teto permitido
Foto: Heudes Régis/JC Imagem
 

            Pernambuco aumentou 55,9% dos gastos na comparação entre os oito primeiros meses de 2013 com o mesmo período em 2010, quando os estados e a união estavam no último ano do mandato de seus respectivos chefes do Poder Executivo. O percentual está acima dos 35,9% que representam a média dos demais estados no mesmo período. Mesmo com o aumento, a gestão de Eduardo Campos (PSB) mantém o nível de endividamento muito abaixo do teto fixado pela Legislação.

Os dados dos sites do Tesouro Nacional e Compara Brasil foram reunidos em uma reportagem publicada neste sábado (2) pelo jornal Folha de São Paulo. Segundo a publicação, as despesas de Pernambuco passaram de R$ 15,2 bilhões em 2010 para R$ 23,6 de janeiro a agosto de 2013.

Levantamento também mostra que São Paulo e Minas Gerais, sob administração do PSDB, apresentam queda do superávit primários, indicador dos recursos usados para pagar dívidas. Os números do Espírito Santo e Amapá não foram apresentados, já que não estão disponíveis nos sites. Os números podem ser usados na disputa pela presidência no próximo ano, causando dor de cabeça a muitos candidatos.

Porém, o estado do presidenciável socialista utilizou a maior parte dos recursos para investimentos. Este setor  cresceu 78,5% de 2010 para 2013, igualmente acima da média nacional. A elevação de gastos em todas as outras áreas, no entanto, não comprometeram o limite de endividamento.

Pela Legislação, o teto da dívida é de 200% da receita anual, mas apenas 44,4% dela está comprometida em Pernambuco, o que dá margem para novos empréstimos. Os gastos com pessoal, no entanto, ultrapassaram o limite permitido de 49% no ano passado, que chegou a 50,9%. Neste ano, o percentual foi reduzido para 44,6%.

DILMA - A dívida da União também está crescendo: no mês de outubro, a faltaram R$ 10,5 bilhões no caixa. O resultado é o pior desde o Plano Real, implantado em 1994, fazendo com que o Governo Federal torça por uma recuperação nos últimos meses do ano para cumprir a meta de poupar R$ 73 bilhões neste ano. O caixa, no entanto, só chegou a R$ 27,9 bilhões até agora.

(Do Ne10)

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