CURAÇÁ-BAHIA: Em greve professores abrem negociação com o Prefeito de Curaçá

Webnode
28/10/2013 10:02

Professores de Curaçá estão em greve desde quarta-feira (23) revoltados com o prefeito municipal Carlinhos Brandão (PPS) a quem tratam como o "poderoso Chefão". Na sexta-feira (25), eles decidiram sair em protesto pelas ruas da cidade com uma série de acusações contra o prefeito, inclusive, de desvio de finalidade com os recursos da educação. Os professores ainda com as atividades suspensas abrem nesta segunda (28) um canal de negociação com o Poder Executivo, oportunidade em que decidirão se retornarão às atividades ou manterão a greve.

APURAÇÃO DA CÂMARA

Na Câmara, segundo o Jornal Ação Popular, vereadores decidiram investigar denuncias e descobriram a gravidade dos fatos. No dia 15 de outubro eles protocolaram no Ministério Público Federal, em Petrolina, representação contra o prefeito Carlinhos Brandão referente aos recursos provenientes do FNDE e FUNDEB, destinados para o pagamento de despesas da merenda escolar e transporte escolar, como: aquisição da carne de bode no valor de R$ 25,00, quando o preço varia entre R$ 10,00 e R$ 12,00; aquisição de carne moída no valor de R$ 15,74, quando o preço de mercado local varia entre R$ 5,00 e R$ 6,00, superfaturamento no pagamento das despesas relativas ao transporte escolar que somente nos meses de junho e julho totalizaram cerca de R$ 300 mil. Eles ainda denunciaram a falta de prestação de contas de quase R$ 900 mil do FUNDEB que foi depositado na conta da Prefeitura em 30 de abril, referente ao complemento do piso e ajuste FUNDEB de 2012, bem como o desaparecimento de quase 54 mil litros de leite do Programa Fome Zero do Governo Federal e Estadual.

Outros fatos lamentáveis foram registrados pela oposição a exemplo da compra da mesma mercadoria com preços diferente. O flocão de milho comprado na mesma padaria: um o valor é de R$ 1,08 e o outro de R$ 2,70. Ainda assim, foi comprado 1 (um) pão francês no valor de R$ 3,00 de acordo nota de compra. Por meio de nota a Assessoria da Prefeitura de Curaçá informa que a pauta de reivindicações apresentada pela APLB era formada por 09 (nove) itens, sendo que 08 (oito) foram plenamente atendidos, restando impossibilitado apenas o pleito referente ao reajuste do professor, além daquele fixado pela Portaria do MEC.

 

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Fonte: Jornal Ação Popular
 

 


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