Governo do PT descumpre acordo com policiais militares da Bahia

10/09/2014 08:30
 (Foto: ASPRA Bahia)

 

 

 

 

 

 

Como dar credibilidade para um Governo que se diz democrático, mas que não cumpre acordos?

Depois de longa batalha com o Governo do Estado, as Associações de Policiais Militares da Bahia conquistaram vários benefícios para a Classe policial. Conquistas essas que foram alardeadas através da imprensa para toda sociedade.

Ocorre, entretanto, que mesmo após quase 05 (cinco) meses do acordo firmado entre os membros do Governo e os dirigentes das entidades de Classe, garantias como a rediscussão do Novo Estatuto, Código de Ética, Revisão/Anistia dos Processos Administrativos de 2012, foram simplesmente ignoradas e desrespeitadas. Falar nisso, por onde será que anda a RTI dos Oficiais? E os direitos dos Inativos, viúvas e pensionistas?

O que dizer então da ausência de boa vontade do Governador para Regulamentar o artigo 92 da Lei 7.990 de 2001? A regulamentação desse artigo "não inventa a roda", mas contempla, tão somente, direitos basilares e fundamentais de qualquer trabalhador, a exemplo do ADICIONAL NOTURNO, AUXÍLIO TRANSPORTE, INSALUBRIDADE ou PERICULOSIDADE, mas que estão sendo aviltados por ausência de uma mísera regulamentação.


O descumprimento de um acordo firmado entre trabalhadores e Governo, demonstra a forma antidemocrática e ditatorial como o PT trata os servidores públicos na Bahia. O autoritarismo estatal praticado pelo PT, ao descumprir um acordo firmado com trabalhadores, demonstra com clareza solar seu total desrespeito para com as Associações e os policiais militares da Bahia. Enquanto isso, os policiais padecem. Como explicar a atitude do Governo do Estado em DESCUMPRIR um acordo firmado com os policiais militares? Afinal, o que esperar de um Governo que tem seu nascedouro no "movimento sindical" e com amplo histórico de greves e de negociações, mas que nega seu passado e suas raízes? Se diz democrático e legalista, mas na prática age com truculência.

Afinal, o que esperar de um Governo que tem seu nascedouro no "movimento sindical" e com amplo histórico de greves e de negociações, mas que nega seu passado e suas raízes? Se diz democrático e legalista, mas na prática age com truculência.

Fonte: ASPRA Bahia

 

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