HISTÓRIA DE CHORROCHÓ-BAHIA

17/01/2013 17:05

 

 

 

                           

                                   CHORROCHÓ-BAHIA

 

                  

                                 

Localização: Nordeste do Brasil, micro - região homogenia das Corredeiras do São Francisco. 

Limites: Ao Norte:

             Ao Sul:

             Ao Leste:

             Ao Oeste:

 

Clima:

Semiárido

Temperatura Média:

30º C

Período chuvoso:

 

Tipos Climáticos: Semiárido.

 

Área: 3.005 km²

 

Latitude: 8’93’S

 

Longitude: 39º 09’W

 

Altitude: (m) 518

 

Acidentes geográficos: Rio São Francisco (perene)

                                        Rio Macururé (temporário)

                                        Rio da Várzea (temporário)

 

Formação geológica: pré-cambriano indiferenciado-granito (grupo Canudos), aluviões, coloniões, depósitos de dunas, areias e sedimentos de praia.

 

Vegetação: caatinga

 

Relevos: Vertentes, esplanadas, piemontes, patamares interfluviais e restos esplanadas.

 

Riquezas naturais: fabricações de pontes, panelas, tijolos, telhas, chapéu de couro.

 

 

Situação demográfica (censo de 2010)

 

População

 

10,734 habitantes (cenas de 2010), a distribuição da população é bastante dispersa, concentrado mais na zona rural.

            O censo de 2000 divulgou uma população de 10,171 habitantes, porém, o ultimo de 2010 mostrou que temos hoje 10,734 habitantes.

           

População ano 2000

 

10.171 habitantes

 

População ano 2010

 

10.734 habitantes

 

População Urbana

 

2.631

 

População Rural

 

8.103

 

Homens 5.442

 

Mulheres 5.292

 

 

 

Formação histórica

 

 

Cidade localizada no nordeste brasileiro em pleno polígono das secas microrregiões homogenias das corredeiras do São Francisco.

             Teve sua origem numa fazenda pertencente aos condôminos: Capitão Francisco Alves de Carvalho, Jose de Sá. Era uma fazenda muito prospera com extensas várzeas e campos excelentes apropriados para criação extensiva de caprinos e bovinos, além de se prestar devido tanto ao relevo predominantemente subsistência da qual viviam escravos e agregados da família Pires de Carvalho de Belém.

            Devido a estas condições, aventureiros de outros Estados pra cá vieram e se entrosaram pelos matrimônios com a família dos donos da fazenda, porque além de possuir o nível cultural equivalente ao deles caracteres de raça branca eram bem acentuados, requisitos muito em voga e exigidos pelas famílias tradicionais do sertão. Não se sabe exatamente a data em que foi lançada a pedra fundamental da antiga fazenda Chorrochó, sabe-se que no ano de 1842 missionários acompanhados de índios rodeleiros que habitavam os sertões baianos, tendo como símbolo a cruz de cristo, atravessaram o rio Macururé (riacho grande), cujas águas impetuosas e barrentas, nas suas famosas enchentes deram o nome de Chorrochó, que e de origem tupi, corrupção de CHORÓ=impetuosos, que repetido forma o superlativo – mais ou muito impetuosos e referem-se às águas do riacho grande que são impetuosas nas proximidades da cidade. No ano 1842, missionários que por aqui passaram encontraram oito casebres de taipa coberta com palhas, cujos moradores agregados e escravos da família Pires de Carvalho de Belém do São Francisco, exploravam em acrescida escalam caprinos e bovinos e cultivavam o solo com culturas de subsistência.

             Em vista do rápido desenvolvimento de Chorrochó, em 1862 a sede do 3º distrito que era no lugar predominado Macururé (hoje Macururé velho), foi transferida para Chorrochó. A primeira Escola Estadual foi criada pela lei provincial nº 1636 de 14 de julho de 1876. O Professor Evaristo Cardoso Varjão Patte, natural de Uauá, foi nomeado para a cadeira de Chorrochó, aqui lecionado ate o ano de 1900, quando foi chamada a Curaçá, vindo a falecer em 1910.

             Em 1877, Chorrochó já possuía uma movimentada feira semanal, congregava a maioria dos povoados da região. Ainda, nesse ano, chega o cearense ANTONIO VICENTE MENDES MACIEL, O CONSELHEIRO, que ficou célebre na historia da Guerra de Canudos, construindo um cemitério e a atual igreja em cuja fachada esta a inscrição de 1885 que é também a data da devoção do povo de Chorrochó ao Senhor do Bonfim.

            A 06 de dezembro de 1906, pelo decreto nº 429, foi criado o distrito policial de Chorrochó.                           

 

 

 

 

 

 

 

Chorrochó e a primeira emancipação política

 

 

FRANCISCO PACHECO DE MENEZES, natural do povoado de areia branca em Sergipe, veio para chorrochó no ano de1871 com a idade de 15 anos para morar com seus irmãos que já estavam devidamente estabelecidos. Em janeiro de 1892, casou-se com Luciana Fonseca de Menezes, natural da fazenda areias. Criou laços efetivos ao povoado de Chorrochó, pois a ele dedicou-se com todas as formas de seu âmago. Comerciante, conseguiu com seu irmão Aprígio Duarte, político de Juazeiro, uma carta apresentando ao governador do Estado o Dr. José Joaquim SEABRA. Foi através desta apresentação que ele ingressou na carreira política tudo fazendo para Chorrochó se separasse da cidade de Curaçá.

            Assim é que a 22 de agosto de 1919 pela Lei Estadual nº 1371 Chorrochó estava emancipado. A intendência municipal foi composta da seguinte maneira:

 

Intendente: FRANCISCO PACHECO DE MENEZES

 

Presidente: JOSÉ PIRES DE CARVALHO

 

Vice – presidente: JONAS NOGUEIRA CAMPOS

 

Conselheiros: FRANCISCO ALVES FILHO,

                          JOÃO FERREIRA NETO,

                          JOÃO MATOS CARDOSO,

                          SILVIO BISPO DOS SANTOS.

                           

A 1º de outubro de 1923 foi instalada o termo de Chorrochó criado pela lei nº 1671 de 30 de agosto de 1923 sendo juiz municipal Dr. Mario Mendonça e Silva. Escrivão dos feitos cíveis, criminais e paz: Antonio Pacheco de Menezes; tabelião de notas: Adélino Alves de Carvalho; adjunto do promotor: Nestor Pires de Carvalho; avaliador do fórum: Marcolino Ferreira de Souza; Oficial de justiça: Manoel Vieira.

Apesar da dedicação que o intendente Francisco Pacheco de Menezes tinha para com esta terra, aliado aos esforços de outros chorrochoenses que deixavam seus nomes na nossa história, mesmo assim espíritos medíocres aproveitaram da confiança de Francisco Pacheco de Menezes e quando menos se esperava, Chorrochó estava surpreso, voltando a simples condição de vila, novamente pertencente à Curaçá.        

 

 

 

 

 

 

 

Chorrochó no tempo de Lampião

 

 

            Na manha de 28 de julho de 1928, Virgolino Ferreira – Lampião chegou ao arraial de Várzea da Ema pertencente ao distrito de Chorrochó, acompanhado de cinco cabras. Atrás desse bando já vinham às forças policiais de outros estados nordestinos, que não os encontrou, pois por operação ou proteção alguns fazendeiros deram auxilio aos bandidos nômades.

            Com esse reduzido número, Lampião não deu inicio ao terrível fenômeno do cangaço. Foi em novembro de 1929 a Sergipe, reunindo alguns cangaceiros nômades e voltou ao sertão baiano, tornando se o pavor da gente sertaneja: depredando propriedades rurais, roubando fazendeiros indefesos. No sertão baiano, o Capitão Manoel Campos de Menezes comandou as operações contra os cangaceiros nordestinos, atuando na arriscada incumbência da campanha. Sua perspicácia surtiu bons resultados no trabalho da perseguição e desentocamento dos bandidos cruéis.

            O Capitão Menezes, nascido em Chorrochó no ano de 1906, escolheu este distrito para regimentar o seu batalhão de caça aos bandoleiros.

            Dada sua localização as forças instruídas os fazendeiros para abandonarem suas propriedades e passarem a morar em Chorrochó, tanto para se livrarem dos bandidos massacres de lampião e seus cabras, como também para doarem asilo aos cangaceiros. O distrito de Chorrochó ficou incólume dos ataques dos bandidos, mas muitas propriedades foram saqueadas, destruídos massacrados os fazendeiros, o arraial de Várzea da Ema foi incendiado, apesar da eficiência do comando do Capitão Menezes.

            O Capitão Menezes acometido de meningite faleceu em outubro de 1937, antes do Tenente Bezerra exterminar o bando de Lampião no Estado de Sergipe em julho de 1938.

 

 

 

 

 

 

Chorrochó novamente emancipado politicamente

 

 

A ideia de Francisco Pacheco de Menezes de tornar Chorrochó uma sede municipal autônoma, permaneceu perfeita num dos seus filhos: Dorotheu Pacheco de Menezes, que sempre esteve ligado à vida política de Chorrochó, pois sempre representou a vila de Chorrochó na Câmara Municipal de Curaçá.

Grandes ofertas políticas Dorotheu Pacheco recusou para emancipar Chorrochó. Foi n governo de Regis Pacheco em 1952 que pela lei nº 510 de 12 de dezembro, o município foi desmembrada de Curaçá.

Em 30 de agosto de 1954, Eloy Pacheco de Menezes por decreto do Governador do Estado foi nomeado de gestor dos negócios municipais de Chorrochó, tomando posse no dia seguinte.

Em 12 de setembro de 1954, foram instalados os serviços públicos da Prefeitura Municipal de Chorrochó e legalmente investindo das funções do gestor, Eloy Pacheco de Menezes. A 13 de outubro deste mesmo ano foram realizadas as eleições municipais para 1ª Câmara de vereadores e o 1º prefeito.

A 07 de abril de 1955 tomou posse a 1ª Câmara de vereadores, constituída dos seguintes edis: Onofre José Posidônio, Emiliano Soares Fonseca, Maria Joselita de Menezes, Ercilina Soares de Almeida, Eliseu Bispo Damasceno e Walter Augusto Jones. Também neste dia tomou a posse o 1º prefeito de Chorrochó: Aureliano Costa Andrade. Os vereadores Antonio pires de Menezes e José Campos de Menezes, eleitos em 03 de outubro, foram empossados posteriormente.

Infelizmente não se registra nenhum acontecimento de relevância desta 1º gestão.

A 07 de abril de 1959 tomou posse a Câmaras de vereadores e 2º prefeito eleito: Dorotheu Pacheco de Menezes. Com dinamismo administrativo, antes de completar um ano de administração, criou pela redução nº 2 de 20 de outubro de 1959 o Povoado de Caraíbas, construiu o prédio da Prefeitura Municipal em 1962, construiu o matadouro público, escolas municipais, mercados e outras obras públicas em todos os distritos e povoados de Chorrochó. No final de seu governo foi criado o Ginásio Municipal Oliveira Brito conhecido como antigo Colégio Cenecista São Jose.

A 07 de abril de 1963, tomou posse o 3º prefeito de Chorrochó, Jose Calazans Bezerra, a principal obra do seu governo foi a construção da barragem para abastecimento da cidade, também durante sua gestão tiveram inicio a sua gestão tiveram inicio as obras de construção do posto médico Francisco Pacheco de Menezes e do Grupo Escolar Dr. Luiz Viana filho, cultivo os desportos incentivando partidas futebolísticas com suas cidades vizinhas.

A 07 de abril de 1966, Chorrochó passam a ser governado novamente por Dorotheu Pacheco de Menezes, novos empreendimentos e atividades em prol da comunidade chorrochoense, destacando-se a criação e instalação da Comarca de Chorrochó pela lei nº 2314 de 01 de março de 1966, instalada em 21 de outubro de 1967, sendo seu primeiro juiz o Dr. Olinto Lopes Galvão filho e a construção do centro comercial em 1969.

A 31 de janeiro de 1970 vem è vez do 5º prefeito Antonio Pacheco de Menezes para um período de dois anos, a principal obra de sua administração foi o Açougue Municipal.

A 31 de janeiro de 1973, vem à vez do 6º prefeito, Pascoal Almeida Lima, construiu a biblioteca municipal (hoje desativada), construiu a cadeia publica, iniciou o calçamento das principais ruas com paralelepípedo ampliou o cemitério e construiu outras obras publicas no interior do município.

A 31 de janeiro de 1977, tomou posse o sétimo prefeito Sebastião Pereira da Silva, para um período de quatro anos.

Iniciou o calçamento da rua santa rosa, construiu a biblioteca municipal a qual pôs o nome de Adelino Alves de Carvalho (hoje, funciona o fórum Dr. Olinto Lopes Galvão Filho), pôs as placas denominam algumas ruas da cidade. Em sua gestão a cidade foi beneficiada com a luz elétrica de procedência de CHESF, instalada e explorada pela Coelba a partir de 26-01-81 também, tivemos a instalação de um posto telefônico da TELEBAHIA com DDD e DDI, que começou a funcionar em agosto de 1982.

O governo estadual iniciou a produção do BANEB e 6ª DIRES em convenio com a prefeitura municipal iniciou a construção da maternidade. O mercado público foi reformado, o DERBA construiu a estrada ligando a cidade à BR – 304 (embora não concluísse).

Em 1983 toma posse o 8º prefeito José Juvenal de Araujo, teve um governo inicialmente difícil, cortes de verbas, consequentemente da recessão econômica que atravessava os pais, somando a outros fatores, bem como a seca que assolava o município, a carência de recursos eram que assolavam o município, a carência de recursos eram graves, pois o quadro do município era critico, rebanhos de caprinos e bovinos começaram a parecer á falta de comida e de água, pastagens e fontes secam e todo o município sofre á falta d’água. A agricultura praticamente inexistente, a não ser nas margens do são Francisco, caminhões pipas passaram a transitar as péssimas rodovias existentes na região. Mesmo diante das dificuldades a juventude e o dinamismo e a pretensão de promover o progresso em Chorrochó, Juvenal não esmorece e realiza atividades que merecem destaque: a conclusão e inauguração da casa de parto Antonio Carlos Magalhães, e recuperação e urbanização da praça matriz, ampliação de escolas, ampliação e recuperação de postos de saúdes nos povoados e distritos, recuperação da praça do cruzeiro, efetuou a abertura com uma estrada com 32 km de extensão da sede de Barra do Tarrachil, conseguiu a perfuração de poucos artesianos para diversas localidades do município.

Em 1989 toma posse o 9º prefeito de Chorrochó João Bosco Francisco do Nascimento com promessas de deixar seu marco administrativo, porém, a crise econômica dominante no país e consequentemente no município deixa à margem a realização de projetos de desenvolvimentos do segundo plano, realizou a obra da Escola Municipal Senhor do Bonfim, produziu a saúde, dando assistência aos municípios, garantindo-lhes medicamentos, cirurgias, internamentos nos hospitais regionais, alem de ambulâncias que atendem as necessidades imediatas da população do município, em seu governo, com o advento da construção da barragem da Itaparica, o município de Chorrochó, foi beneficiando, em parte com a construção do novo distrito de Barra do Tarrachil, com toda infraestrutura de uma cidade, inclusive dotada de água encanada e tratada, dentro das recomendações exigidas pela EMBASA, consequentemente a cidade de Chorrochó também foi beneficiada com extensão de água cuja distancia do rio são Francisco e de 33 km, inaugurada em 1992 e exploração pela EMBASA 24-07-93

Em 1º de janeiro de 1993, toma posse o 10° prefeito Paulo de Tarço Barbosa Silva, jovem e dinâmico, com o lema “PROGRESSO E TRABALHO”, tem tentado conseguir o desenvolvimento do município, recuperou o mercado municipal e a praça da matriz, e diversas escolas, construiu o parque do vaqueiro Sebastião Pereira, melhorando a frota da prefeitura com aquisição de alguns veículos e recuperação de outros, construiu 18 barragens, perfurou poços artesianos e 30 cisternas nos povoados fazendas do município, construiu o centro comunitário de caraíbas e o posto de atendimento BANEB em Barra do Tarrachil, eletrificou o porto de Barra do Tarrachil e a barragem de São José, instalou posto telefônico em Caraíbas e São José, ampliou o posto de saúde da cidade, transformou em centro de saúde (posto-maternidade) e deu nome de Adauto Pereira, foi inaugurado em 29 de abril de 1995.

 Em 1º de janeiro de 1997, toma posse o 11° prefeito José Juvenal de Araújo...

Em 1º de janeiro de 2001 é reeleito O atual prefeito José Juvenal de Araújo...

Em 1º de janeiro de 2005 toma posse o prefeito Humberto Gomes Ramos...

Em 1º de janeiro de 2009 é reeleito Humberto Gomes Ramos...

           Em   de 2012  Paulo de Tarço Barbosa assume a prefeitura novamente...

 

Em 1º de janeiro de 2013 toma posse pela primeira vez na história de Chorrochó uma mulher Rita Campos

 

 

Chorrochó e a Educação

 

         A 1º Escola primaria Estadual foi criado pela lei provincial nº 1636, de 14 de junho de 1876. O professor Evaristo Cardoso Varjão Patte, natural de Uauá, foi nomeado para cadeira de Chorrochó, aqui lecionado até o ano de 1900, quando foi chamada a Curaçá, vindo a falecer em 1910.

Seguiram-lhe os seguintes educadores:

 

D. Mariazinha

D. Antonia Gomes

D. Filonilia Torres

D. Josefa Bernardes do Nascimento

 

Merecendo destaque a professora Josefa Alventina de Menezes (Nilinha) que muito colaborou na cultura de nosso município, embora professora municipal conseguiu aposentadoria como professora Estadual a mandado do presidente Getulio Vargas, com quem manteve entrevista, sendo o governador do estado nessa época Antonio Balbino.

Apesar de sua idade avançada foi a única pessoa do município que teve privilegio a beijar a Mao do papa João Paulo II quando visitava salvador. Toda sua juventude foi dedicada ao ensino primário e as atividades da igreja religiosa Senhor do Bonfim. Com a morte do Sr. João Alves, em 1942, a professora Nilinha ficou autorizada a receber os cléricos que aqui chegassem, como também com a ajuda do nosso povo católico enfrentar novenários e festas religiosas.

Em 03 de dezembro de 1939, Marieta Argentina de Menezes, diplomou – se professora primaria pela Escola Normal Nossa Senhora Auxiliadora em Petrolina – Pernambuco conseguiu este evento numa época onde era quase impossível, dada as dificuldades para se chegar a Petrolina após lecionar algumas anos no distrito de Abaré, veio para Chorrochó.

Hoje, o ensino em Chorrochó e ministrado por uma equipe de professoras devidamente preparada, pois quase todos estão procurando complementar seus cursos principalmente no centro de ensino superior do vale do São Francisco em Belém do são Francisco – Pernambuco, com licenciaturas plenas em letras, história geografia e matemática.

Atualmente contamos com duas historias do ensino profissionalizante (2º grau) magistério, na sede do município no povoado de Barra do Tarrachil, havendo escolas de 1º gral menor (1ª a 4ª serie) em todos os povoados e em caraíbas há o 1º grau maior (5ª a 8ª serie).

Escolas da Sede Municipal com suas respectivas datas de fundação:

 

  1. Escolas reunidas Lauro de Freitas – 1951
  2. Grupo Escolar Major Manoel Campos de Menezes – 1962
  3. Colégio Cenecista São José – 1963
  4. Grupo Escolar Dr. Luis Viana Filho – 1968 (hoje demolido o prédio, funciona no Lauro de Freitas)
  5. Grupo Escolar Profª. Josefa Alventina de Menezes – 1973
  6. Escola Municipal Senhor do Bonfim – 1987 (hoje Colégio Municipal Senhor do Bonfim)

 

 

 

 

        Chorrochó e as Festas Religiosas   

                                                                    

 

A principal festa religiosa de Chorrochó e a do Senhor do Bonfim – devoção instituída desde 1885, provavelmente por Antonio conselheiro. Celebrada no último domingo de janeiro, após o novenário que é precedido da translação da Bandeira do Senhor Cruzeiro da Missão pra sua Igreja.

Por muito tempo esta festa ficou a cargo de Sr. João Alves dos Santos, que com a cooperação dos noiteiros e de toda a comunidade, realizava na mais esplendida devoção religiosa.

João Alves dos Santos era natural de Terra Nova onde nasceu no ano de 1886, veio para Chorrochó ainda moço se dedicando tanto as atividades comerciais, como atribuições religiosas. O santo cruzeiro da missão cuja madeira foi edificada pelo Frei Pedro Rocha em 1904 teve suas obras de ampliação a cargo do Sr. João Alves. A casa paroquial foi por ele idealizada, inicialmente em 20 de fevereiro de 1924. Após o falecimento de João Alves em 1924, a professora Nilinha que já ajudava nas atividades religiosas desde o ano 1916, passa assumir todas as atividades religiosas da comunidade.

Em 15 de agosto 1915, o Pe. Pascoal dos Santos Vale, fundou o apostolado da oração, cujas zeladoras, tendo a frente D. Nilinha. A festa hoje é de Sagrado Coração de Jesus TRIDUO é realizado no mês setembro.

          A festa do Senhor do Bonfim, com grandiosa programação permanece até hoje, uma das tradições: a lavagem do Bonfim onde as baianas com trajes típicos e em cortejo, entoando sambas, se dirigiam a igreja do Senhor do Bonfim para oferendas de água, flores e perfume e lavagem no pátio da referida igreja, unidos pela cristandade, exaltam sua fervida fé no Senhor do Bonfim, conclamando sua proteção misericordiosa e prosperidade para todo o seu povo.

 

 

Chorrochó Padre Mariano Pietro Brentan

 

Em 1986, no mês de julho chega a Chorrochó Pe. Mariano Pietro Brentan, italiano, que continua em nosso meio e tem trabalhos por ele realizados, desde a construção da capela de Nossa Senhora da Conceição, inaugurada em 08 de dezembro de 1993 onde foram colocados os restos mortais de Pe. Conceição, construiu o Centro Paroquial de Chorrochó , ampliou e reformou a casa paroquial, comprou uma casa para visitantes, tendo dado nome de lar José e Maria, mudou o piso da Igreja que era mosaico, colocando cerâmica, reformou o coro da Igreja, construiu uma pia batismal na lateral direita da igreja tendo inaugurado em julho de 1995 e da madeira retirada do telhado da igreja que era centenária, construiu um Cruzeiro na Capela Nossa Senhora da Conceição.

 

 

Chorrochó e as diversões

 

 

            A cidade de Chorrochó possuia somente um clube de prioridade do Sr. Virgilio Ribeiro de Andrade, onde se realizam as principais festas dançantes do calendário festivo da cidade, apresentam teatrais, comemorações cívicas, festas folclóricas e outras diversões recreativas.

            Havia uma Associação Recreativa, que foi fundada em 10 de outubro de 1961 como o nome da Sociedade Recreativa Chorrochoense, hoje, esta associação e denominada: associação recreativa amigos Menezes – ARAM.

            Outrora, possuímos a filarmônica lira de Apolo, fundada em 1915, mas que se apresentou oficialmente ao publico na festa do Coração de Jesus em setembro de 1916. Esta filarmônica era regida pelo mestre Francisco Arnóbio Varjão. A banda esteve presente aos mais importantes acontecimentos, tanto em Chorrochó, como nas localidades vizinhas.

            Em 1942, sob a regência de Acilino Pacheco de Menezes, era criada a filarmônica Santa Terezinha composta de 21 membros que se apresentou pela primeira vez em público no sepultamento de José Pires de Carvalho em 25 de dezembro do mesmo ano. Infelizmente por falta de incentivos ou condições financeiras, ambas filarmônicas deixaram de existir. No interior do município há diversas bandas de pífanos, que são contratadas especialmente para festas religiosas.

            Hoje há apenas um filho de Chorrochó natural do povoado Várzea da Ema, popularmente conhecido como Zezinho da Ema (prata da região) que e proprietário de um conjunto de barracas formado nas barracas do São Francisco, que vem se destacando pela força de vontade e competência, pois, apesar de pouca instrução se transformou pela garra num dos melhores sanfoneiros e dá lição aos chamados mitos com seu acordeom de 120 baixos, canta o sofrimento e a alegria do homem nordestino, já abrilhantou algumas vozes fora do município em Salvador sendo contratado pelo município de Macururé tendo se tornado uma lenda, pois, onde passa arrasta multidões e é elogiado por todos que fazem presente se firmando no cenário artístico da região.

            MAIS DIVERSÕES DE CHORROCHÓ, não podemos esquecer a tradicional Festa dos Vaqueiros que reuni a vaqueirama dos municípios vizinhos: Curaçá, Uauá, Abaré, Macururé, Belém do São Francisco e outros onde tudo e paz alegria, e muita animação, pois, como disse Guimarães Rosa, “o sertanejo hoje é antes de tudo um forte.” Apesar das dificuldades enfrentadas, encontraram forças para diversões, pois em Chorrochó o vaqueiro, homem forte do sertão, e prestigiado e acolhido com alegria, chega a reunir mais de mil vaqueiros apesar de rústicos se divertem na mais completa harmonia. A festa dos vaqueiros de Chorrochó foi realizada pela primeira vez em 1984 e desde então tem a seguinte programação e realizada na ultima semana do mês de julho, tem abertura na quinta – feira, na sexta – feira festa dançante, no sábado encontro e desfile dos vaqueiros com trajes típicos pelas ruas da cidade, missa campal no parque dos vaqueiros, apresentação de repentistas e festa dançante á noite, no domingo último dia da festa tem corrida de prado, com prêmios para os primeiros classificados, desfile dos cavalos marchadores, visita de repentistas as barracas e uma banda que anima o parque durante o dia prolongando – se com a festa da ressaca que vai até as 23:00, quando então tem seu encerramento.

 

     As diversões nos tempos atuais:

 

Festa do Senhor do Bonfim (janeiro)

 

Festa dos Vaqueiros (julho)

 

Festa de São Francisco de Assis (Barra do Trrachil)

Festa de São Benedito (Outubro)

 

 

Clubes atuais:

 

Parque dos Vaqueiros Oscar Araújo Costa Neto

 

CRC (Clube Recreativo Chorrochoense)

 

Clube CDB

 

Clube Tenda de Oxalá

 

 

Situação Econômica

 

 

Economia: dificultada gravemente pela aridez da região, a que se alinha ao atraso cultural do homem do sertão, impossibilitando – o de utilizarem processos agrícolas mais adiantados.

A agricultura se resume a lavoura de sub existência e a cultura do tipo de exportação como feijão anão, cebola e algodão arbóreo.

A assistência técnica era prestada aos agricultores e agropecuarista pela EMATER – BA e GERFAB (atualmente destinados).

 

Comercio: o comercio e feito principalmente nas feiras semanais, muito corridas, nas quais tudo e vendido e comprado. Convém acrescentando aqui alem dos comercias ocorridos nos dia de feira, existem nas sedes municipais varia casas comerciais do gênero atacadista e varejistas, concluindo desta maneira Chorrochó é um centro comercial regional da margem direita do São Francisco.

 

Indústria: a industrialização resumi-se a refinação do mel de abelha, cera de abelha (com a utilização de métodos caseiros), aproveitado da cana de açúcar, para a fabricação de rapadura e mandioca para fabricação de farinha (estes produtos são consumidos no próprio mercado).

 

Bancos: 01 posto avançado do banco do Brasil (hoje desativado).

Banco do estado na Bahia s/a – BANEB, que foi inaugurado em 03/10/1983 (fechado alguns anos) e reaberto em 24 de junho de 1992.                    

 

                 

                

           

Vias de Comunicações

 

Os meios de transporte e comunicação são muito precários, ainda existem no campo o burro de carga e o carro de boi que dispensando estradas constituem veículos uteis, embora primitivos.

O 1º carro foi comprado em 1932 pelo Sr. José Pacheco de Menezes.

Não precisamos dar o numero exato de veículos de nossa cidade, pois, a maioria e matriculada em outros estados.

 

Estradas: apesar da falta de conservação, entre esse município e cortado pela BR 116 e pela BR 304 que liga aos principais centros de comercializações.

Temos um ônibus da empresa São Luiz, que duas vezes na semana passa pela cidade, fazendo linha de Salvador a Abaré, e temos também um ônibus que faz linha três dias da semana para Paulo Afonso.

 

 

Meios de Comunicação

 

Correios: uma agencia dos correios instalados provavelmente em 1910 sendo o 1º funcionário Sr. Virgilio Tolentino.

O telefone foi instalado e 1950, sendo a 1ª funcionaria a Srª Maria Argentina de Menezes.

O 1º radio foi propriedade do Sr. Antonio Pacheco de Menezes, que serviu muito a esta comunidade, como distração pra os chorrochoenses.

 

Televisão: em 1973 pela 1ª vez chega a imagem de televisão num aparelho de propriedade do Sr. Laudimiro Batista Veras, que sintonizou o canal 04 da TV Sergipe. Atualmente contamos com vários aparelhos de televisão, pois quase todos residenciais tem aparelhes até mesmo mais de um, sintonizam os canais: Globo, SBT e bandeirantes, e vários moradores possuem antena parabólica que sintoniza muitos outros canais. As principais emissoras de radio brasileiras são sintonizadas regularmente. 

Hoje: sinal da TV São Francisco, Radios : sinal da Radio Lider do Sertão e FM Sertaneja de Abaré, Radio Educadora Site: www.chorrochoonline.com levando informação, entretenimento,cultura e política. Blog Barra Fuxico, Blog do Dario Barbosa, Blog do Walter Araújo.

     

           

 

 

Assistência Médica

 

            O primeiro medico em caráter particular foi o Dr. Possídio Coelho, filho de Curaçá.

            Posteriormente Chorrochó passou a ter assistência medica uma vez por semana, sendo contratado para fazer consultas o Dr. Osmar Pires de Carvalho, da vizinha cidade Belém do são Francisco, atendendo uma vez por semana.

            Com o prefeito José Juvenal a assistência medica melhorou bastante, no primeiro ano de administração trouxe para cá a assistência medica clinica diária, e assistência odontológica prestada pelo Dr. José Ilton Calvacante Ferraz que atendia uma vez na semana, temos atualmente na sede três farmácias e um serviço de vacinação de massas que se desloca para os povoados e distritos em cada campanha.

 

            Médicos que já serviram em Chorrochó:

 

  • Dr. Gedeon Félix
  • Drª Maria da Saúde Xavier
  • Dr. Antonia Barros
  • Drª Kilza Barros
  • Dr. Wasghiton
  • Dr. Adriano Marques de Carvalho

 

   E atualmente contamos com a competência e dedicação do primeiro medico filho da terra a nos prestar seus serviços: A Drª Maria do Socorro Soares de Carvalho, que vem desempenhando brilhante trabalho desde janeiro de 1994. Atende diariamente na sede uma vez por semana em Barra do Tarrachil.

 

 

 

 

 

Igreja do nosso Senhor do Bonfim

 

 

            Antonio Vicente Mendes Maciel “o Conselheiro”, que se celebrizou com a Guerra de Canudos, no sertão baiano, depois de peregrinar por muitos anos no sertão do Ceara, Pernambuco, Sergipe e Bahia estacionou em 1877 em Chorrochó, acompanhado de inúmeros discípulos em geral gente infama e suspeita avessa ao trabalho forcado, foragido das perseguições da região.

            Chorrochó naquele tempo era um lugarejo com poucas centenas de habitantes cuja a feira atraia povos dos arredores da vila.

            Em Chorrochó, Antonio Conselheiro construiu com ajuda da farândola de fiéis que o acompanhava e os habitantes do lugarejo, uma importante igreja que marcou sua passagem. Na faixada esta escrita o ano em que foi construída 1885, esse ano também marca o inicio da devoção dos chorrochoenses ao SENHOR DO BONFIM DE CHORROCHÓ cuja invocação foi instruída pelo Conselheiro que ate hoje se conserva tal como nos primitivos tempos.

            Para um lugarejo com poucas centenas de habitantes, como erano final do século passado, o tamanho da igreja é colossal. A igreja teve nave única, extremamente larga e sem corredores laterais, mas cada lado da capela há pequenas sacristias, sendo que uma delas foi construída no inicio deste século. O coro está localizado na entrada do templo sem nenhuma alteração do original (hoje há alterações, foi colocado em lugar das grades de madeira, grades de ferro, entrada é pelas escadarias do sino, tendo sido demolida a escada que ficava dentro da igreja.).

            Há apenas uma pequena torre sineira anexa a lateralmente á faixada principal, no mesmo plano do coro. O frontispício da igreja da igreja apresenta voluntas frontões onduladosm mas as paredes internas são simplismente caídas.

            A vulnerável imagem do SENHOR DO BONFIM DE CHORROCHÓ , doação de Antonio Conselheiro, está no seu primitivo oratório, no altar principal.

            Na sacristia primitiva está o cruzeiro de Antonio Conselheiro, que por ele mesmo foi edificado.

            Extremamente a Igreja conversa o mesmo aspecto que lhe deu o construtor: Antonio Conselheiro, mas internamente sofreu algumas alterações e acréscimos, e mesmo assim não chegou a perder totalmente a sua originalidade .

            Quando as modificações em que houve necessidade de se construir uma segunda sacristia, o pároco interessado da reforma destruiu o altar mor original, que era todo de cedro trabalhado com ramos de vidreira e cálices em alto relevo mandado em seu lugar construir um altar de pedras, revestido com argamassa e com beiradas de madeira do Bonfim, em perfeito estado de conservação e algumas tabuas que provavelmente foram das colunas.

            Os altares laterais, atualmente existentes, são de construção recente.

            Em 1963, outras alterações modificaram o interior da igreja: foi retirado o púlpito para proporcionar mais espaço para os frequentadores do templo. O piso que era de ladrilho de barro foi conduzido a substituído por mosaicos, foi forrada com Duratex, pois somente a capela mor possuía forro de madeira desde a construção do templo.

            De 1980 a 1982, já considerando os preparativos para os festejos do 1º centenário da construção da igreja e da devoção dos chorrochoenses ao Senhor do Bonfim de Chorrochó, forro de Duratex que já estava estragado foi substituído por gesso e o altar-mor demolido. No lugar dele foi construído um de madeira aparentemente o altar original construído por Antonio conselheiro. No lugar dele foi construído por Antonio Conselheiro. Defronte á igreja um belo cruzeiro, também construído por Antonio Conselheiro, conferindo á edificação caráter monumental.

            Assim e elegante IGREJA DO SENHOR DO SENHOR DO BONFIM, conservando compromisso com o passado, constitui o nosso mais importante acervo cultural testemunha de fé dos nossos antepassados, estimulando a preservação dos nossos antepassados , estimulando a preservação do que veio do passado servindo para legar aos vindouros a continuidade de nossa existência e principalmente daqueles que foram o nosso passado cultural.

            Em 1985 foi comemorado o centenário da Igreja do Senhor do Bonfim, todos os chorrochoenses, unidos fervorosamente, elevaram ao senhor do Bonfim uma prece de agradecimento por ter sido possível comemorar o cristaneamente este centenário. No mesmo ano do centenário quando os festejos foi criada a paróquia de Chorrochó, por D. Aloísio Leal Penna, tendo como 1º pároco o jesuíta PE. Ulisses Mônico da Conceição que há muitos anos vinha prestando seus valiosos trabalhos a comunidade, principalmente, nos incentivando as coisas divina e ajudando os pobres no que podia desempenhar também brilhante papel na área da educação, doando livros, incentivando a juventude nos estudos e pagando mensalidades escolares para os mais carentes. Nobre Educador do Colégio dos Jesuítas em Salvador já aposentado resolveu se dedicar a esta pacata comunidade, aqui morando por mais de vinte anos, morreu em 26 de janeiro de 1986, quando das festividades do Senhor do Bonfim, tendo sido enterrado aqui em Chorrochó, por sua fervorosa fé, caridade e santidade hoje, muitos fieis de Chorrochó fazem promessas com ele e tem suas graças alcançadas. O PE. Conceição como era conhecido por todos nasceu em 09 de setembro de 1914 em conceição do Almeida – Bahia, rezou sua 1ª missa em Leopoldo em 08 de dezembro de 1946, o foi Educador do Colégio Antonio Vieira (Salvador) durante 34 anos, só após sua aposentadoria é que se dedicou ao apostolado no sertão (Chorrochó). Tinha como Tema: “tudo e em tudo em cristo” (col. 3,11). Em 1986, no mês de julho chega a Chorrochó Pe. Mariano Pietro Brentan, italiano, que continua em nosso meio e tem trabalhos por ele realizados, desde a construção da capela de Nossa Senhora da Conceição, inaugurada  em 08 de dezembro de 1993 onde foram colocados os restos mortais de Pe. Conceição, construiu o Centro Paroquial de Chorrochó , ampliou e reformou a casa paroquial, comprou uma casa para visitantes, tendo dado nome de lar José e Maria, mudou o piso da Igreja que era mosaico, colocando cerâmica, reformou o coro da Igreja, construiu uma pia batismal na lateral  direita da igreja tendo inaugurado em julho de 1995 e da madeira retirada do telhado da igreja que era centenária, construiu um Cruzeiro na Capela Nossa Senhora da Conceição.

 

 

 

HISTÓRIA DA BANDEIRA DE CHORROCHÓ-BAHIA


       

A bandeira de Chorrochó foi idealizada por uma equipe de chorrochoenses, tendo à frente: Francisco Afonso de Menezes, Maria do Socorro Menezes Ribeiro, Maria Terezinha de Menezes, por solicitação da Coordenadora Municipal de Educação Marina Maria de Araújo Menezes, na gestão do Prefeito Municipal José Juvenal de Araújo.

 

A coordenadora Marina Maria de Araújo Menezes mandou confeccioná-la, apresentando-a publicamente no desfile cívico de 12 de Setembro de 1984 comemorativo dos 30 anos da reemancipação política do Município.

 

As cores fazem referência à Bandeira do Estado. Tem no azul, a beleza do céu chorrochoense, o vermelho representa a aridez da terra, e o branco remete à paz.

 

No centro da faixa branca, um Brasão apresenta o que de melhor identifica o Município: a Igreja - construída por Antonio Conselheiro - em torno da qual se fizeram outras edificações que deram início a povoação - o bovino representa a colonização do Sertão pela Casa da Torre, o mandacaru - símbolo do Bioma Caatinga - o algodão base econômica até a década de 1980, quando o "bicudo", introduzido no Nordeste chegou a dizimar o algodoeiro arbóreo..

Completa o Brasão, em sua parte superior uma simbologia do Castelo da Torre, e na parte inferior uma faixa branca com a data em que foi reinstalado oficialmente o Município de Chorrochó.

 

 

 

 

 

                                                                        

 


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