Rui Costa acusa executivo municipal de perseguição‏

15/07/2014 07:59

Foto: Emerson Nunes/ Arquivo - Política Livre

Candidato ao governo estadual Rui Costa (PT)

Depois do clima da campanha esquentar com a disputa de influência sobre as decisões do transporte de Salvador entre os principais cabos eleitorais dos seus candidatos – o governador Jaques Wagner (PT) e o prefeito ACM Neto (DEM) -, uma nova contenda mostra que os ânimos se acirram na briga eleitoral entre os candidatos Rui Costa (PT) e Paulo Souto (DEM). A polêmica gira em torno das propagandas de rua, onde a Sucom, órgão da Prefeitura de Salvador, teria determinado a retirada de peças, colocadas em espaços públicos, permitindo apenas aquelas em propriedades privadas. O candidato petista comemorou ontem a decisão do juiz eleitoral Salomão Viana, que, através de liminar, determinou a proibição da prefeitura de apreender, reter, retirar a realização, pela sua coligação Pra Bahia Mudar Mais, de propaganda eleitoral móvel em vias públicas, feita em cartazes, cavaletes e balões (blimps). Na semana passada, a Sucom apreendeu cinco blimps em área pública da Barra, que estavam amarrados nas balaustradas. Conforme o órgão, as peças foram retiradas por estarem em desacordo com o decreto n.º 12.642/2000, que ordena a publicidade no município. O superintendente, Sílvio Pinheiro defendeu que a ação teria sido correta juridicamente por estarem em um equipamento público, recém-reformado. Contudo, diante de tal ação, Rui Costa acusou o município de perseguir a campanha petista. “Estávamos sofrendo uma verdadeira perseguição por causa do abuso de poder do município, mas a lei continua protegendo a democracia e a sociedade deste tipo de violência”, disse. Na deliberação do juiz, caso a prefeitura continue as apreensões, terá que pagar multa diária de R$ 10 mil. A liminar também determina que qualquer pessoa que descumprir a ordem judicial responderá civil, processual e criminalmente. O presidente do PT, Everaldo Anunciação, também atacou a gestão municipal ao dizer que a prefeitura agrediu o direito de propaganda eleitoral da coligação. “Um abuso de poder do arcaico coronelismo que a Bahia não aceita e nem se submete, mas a lei continua protegendo a democracia e a sociedade deste tipo de violência”, disparou, num recado ao prefeito ACM Neto, apontado como principal articulador da candidatura de Souto. Leia mais no Tribuna.


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